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Prefácio

 Que se pretende? Pensar em crenças? Vai precisar de algo bem estruturado e explícito e nunca apenas uma mera teoria filosófica. Algo que vai desde a base de dados e chega à aproximação psicológica e sociológica da questão.Vamos a um exemplo.  Penso não estar a defender crenças que levam por exemplo à pedofilia, daí defender a existência de um(a) parceiro(a) do sexo oposto, sendo ambos adultos. Se há essa necessidade não me parece que contrariar seja lá muito inteligente. Há uma diferença na inteligência de quem opta por um caminho como certos padres ou pelo outro como é por exemplo outros tantos Homens do mundo. E se o destino dos padres foi programado? Outro caso? Se te achas sem opção, o que dizer da violência que é a prostituição? E se a sociedade no âmbito sexual impõe regras que não têm maneira de se cumprir? Tendo em conta o ponto de vista da evolução das espécies, então como queriam que houvesse pessoas no mundo? Se não há desejo, então não há descendentes e é por causa disso q

Introdução

Asmodeus ou Bafomé, mais conhecido por rei das crenças que são superiores a nós e que dominam o mundo. Como se opõe a S. Rafael? Obviamente que S. Rafael quer ver-nos fortes, saudáveis e que sejamos capazes de medir os nossos actos. Isso não só torna-nos capazes de trabalhar como conduz ao nosso próprio bem-estar geral. Obviamente que S. Rafael não exclui a necessidade de reconhecer princípios, valores e regras mas de maneira diferente do Asmodeus.  Se um verdadeiro bandido é alguém com muita sabedoria, daí o nome Lúcifer; então como será alguém que nos sabe mesmo pôr-nos a todos doentes?  Não é por acaso que um dos papeis de mãe é estar sob a custódia do filho.  Vai ser preciso muito mais que qualquer explicação que eu possa dar para ser possível compreender o problema. Será possível que a História consiga provar que não vale a pena ser ruim para com quem procura ser bom para connosco. Crenças essas de ser apenas ruim, que me levam a concluir que é apenas loucura. Crenças que nos o

Doenças, comportamentos de risco ou simplesmente luxúria?

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 Cuidado com o que vês, lês e ouves  Que poderá ter imaginado quem o criou para quem não acredita nestas coisas?  Há doenças em que o indivíduo não se apercebe do mal que está a fazer ou que está mal. Isso poderia resumir-se a um computador que executa crenças. As crenças definem a nossa noção de bem e de mal. A informação é muito mais importante do que qualquer outra realidade. Qual o extremo então? Interpretações alteradas da realidade, mas há outros problemas como paradoxos ou conceitos demasiado difusos, que fazem as pessoas divagar, implicar com quem percebe e não levam a lado algum com isso. Nesse âmbito o que é que pode ser considerado doença?  Vamos a um exemplo. Se o contexto da doença está para crenças, então havia uma tal professora de expressão dramática do secundário que tem a obrigação de saber de que é possível embutir tais crenças. Se já sabem, então qual a necessidade de estar a escrever isto?  Se alguém é injusto com as pessoas, então merece ouvi-las.  Informaçã

Base de dados

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Estrutura - facilidades mais da actividade cientifica  Não há motivos de receios. Um dos primeiros chat Bots era uma "imitação barata" de um psiquiatra. Isso serve que baste para não se deixarem iludir pelas noções que têm da própria matemática. Quando um psiquiatra procura na Internet uma tese de outro psiquiatra, ele está a usar uma ferramenta matemática. Tudo o que existe é matemática (2). Não admitir isso é deixar-se enganar.  Uma base de dados difícil e portanto desafiante.  Uma base de dados deve entre vários pormenores:     -tornar-se a melhor maneira de interpretar o conhecimento da área em questão;     - ter uma estrutura que tem em conta acontecimentos futuros (como poderá evoluir);     -facultar o mais possível a descoberta da relação entre os dados (trabalho do mineiro de dados ou cientista de dados no futuro, que neste caso pode ser um médico com conhecimentos de ética);     -facilitar o trabalho dos utilizadores;     -permitir uma melhor externalização/i

Conclusão

O texto e o esquema mostram factos e as relações entre os factos. Um negócio só faz sentido se tiver lógica e a lógica aplica-se no contexto onde se coloca a palavra lógica.  Não Basta camuflar o problema. Tem-se de arrancá-lo pela raíz.  Existe uma noção de bem e de mal, senão tal base de dados seria impossível de se criar. Há um todo de conjunto de factores, que quer se justifiquem ou não, eles levam a consequências bem sérias e claras. Se há noção de bem e de mal, então há percepção. Se há percepção, então até certo ponto há pessoas que se apercebem de como as coisas funcionam e perante isso têm a capacidade de mudar de atitude.  Poder? Até o poder tem leis. Certas coisas não se aplicam ao presidente Putin dada a responsabilidade e a importância da causa social para com a Rússia. Uma lógica causa-efeito? É assim que deve ser. Tudo porque existe o bem e o mal e nesse aspeto é melhor parar dada a complexidade do tema.  Está confirmado como aprendem a ser estúpidos da teoria à práti