Doenças, comportamentos de risco ou simplesmente luxúria?

 Cuidado com o que vês, lês e ouves

 Que poderá ter imaginado quem o criou para quem não acredita nestas coisas?
 Há doenças em que o indivíduo não se apercebe do mal que está a fazer ou que está mal. Isso poderia resumir-se a um computador que executa crenças. As crenças definem a nossa noção de bem e de mal. A informação é muito mais importante do que qualquer outra realidade. Qual o extremo então? Interpretações alteradas da realidade, mas há outros problemas como paradoxos ou conceitos demasiado difusos, que fazem as pessoas divagar, implicar com quem percebe e não levam a lado algum com isso. Nesse âmbito o que é que pode ser considerado doença?
 Vamos a um exemplo. Se o contexto da doença está para crenças, então havia uma tal professora de expressão dramática do secundário que tem a obrigação de saber de que é possível embutir tais crenças. Se já sabem, então qual a necessidade de estar a escrever isto?
 Se alguém é injusto com as pessoas, então merece ouvi-las.
 Informação a mais abstrai as pessoas das bases essenciais, consoante o seu grau de inteligência, ou seja o quanto não sabe pensar, mas uma pessoa inteligente pode não ter essas bases.
 Um edifício que é o conhecimento precisa de ter as suas bases para não desabar. O que é uma base? Se abordamos informação não vale a pena ser como aquele professor de matemática com má fama que aturei no básico, mas como alguém que saiba explicar as coisas de maneira a que os outros em geral percebam e não acabar por ser uma vítima confundida por uma matemática omnipresente a que ninguém consegue resolver ou escapar. Há ainda a capacidade de imaginar outras bases. O problema de mudar as bases assemelha-se em certa medida ao problema dos requisitos: uma vez implementados tornam-se mais difíceis de mudar como um adulto em relação a uma criança. Sendo assim com que realidades o indivíduo é capaz de enfrentar e que ferramentas de trabalho tem ao seu dispor? Sendo assim o trabalho com resultados práticos comprovados faz frente a um mau sistema de crenças.
 Se a Bíblia fosse totalmente verdade, então o Homem tornar-se-ia demasiado arrogante e não questionava nada. Se não questionasse nada, então nunca teríamos o nível de conhecimento dos dias de hoje. Se a Bíblia fosse totalmente mentira, então nem sequer existia e nem sequer o ditador de Cuba Fidel Castro se dava bem com um papa.
 Já sabemos o que é religião rotulada como Asmodeus, religião essa que é uma doença, quando resulta em dano pessoal. Dano pessoal onde a pessoa perde a noção do que é ao certo.

Das crenças aos avisos

 


   A derradeira arma de S. Rafael é não alimentar a paranóia do adversário, que nos quer ver doentes. Como? Se tens por hábito falar de religião, logo não tens emprego. Porquê? Seria uma fonte de conflitos no local de trabalho, local esse que precisa de pessoas que se saibam socializar.
 Cumprir com determinado tipo de crenças como manda a ciência como alimentação saudável, desporto ou não fumar levam a ganhar saúde. Só com contaminação e outras crenças é que se consegue fazer frente. O cepticismo, ou o cinismo, ou o desejo por lucro indevido são exemplos de sistemas de crenças; que devem ser controlados para evitar o colapso do sistema como um todo, por que as consequências são reais. Crendices como se o facto de não haver curas fosse resolver todos os problemas com dinheiro. Sendo assim quantos estão ou não incluídos e quais, segundo a definição de consciência?
 Uma vez avisado e isso é de grande importância, é preciso mudar de atitude. Não se pode avançar para soluções mais drásticas se você é uma pessoa que procura ser consciente e compreensível para com os outros à sua volta. Ao menos uma pessoa dessas merece ser respeitada.
 Se o médico não aceita a sua explicação dos factos não é por achar que seja verdade ou mentira. Ele apenas precisa de ter toda a segurança possível nos factos.

 Andar a financiar através do pagamento de impostos algo que apenas quer garantir o sofrimento longo e doloroso de uma pessoa é de quem não está preocupado com o seu dinheiro. Não posso defender uma coisa que não tem lógica.

Do problema das emoções ao candidatar-se a ganhar mais um rótulo

 As emoções são reacções a factos. O que pode não ser claro nas consultas pode ter haver precisamente com que factos são esses que fizeram disparar tais emoções, por causa que há pessoas que ficam irritadas, depois o médico segundo a sua educação pensa que algo está mal, as pessoas ficam ainda mais irritadas com isso, podia continuar o efeito em espiral e não ajuda. Há a dita inteligência emocional. Estudos têm provados que há programas de computador, que revelam que se obtém alguma inteligência emocional, a partir de uma hierarquia de regras. Os factos são pedaços de informação. Sendo assim há factos que baralham uma pessoa. Quanto às reacções a factos são tão questionáveis quanto o livre arbítrio. Sendo assim que pontos são questionáveis e quais pontos não são questionáveis?
 Os próprios psiquiatras são a prova viva de que podemos educar um ser humano para perceber de emoções de um determinado ponto de vista, o que não implica que não haja outros como a mencionada hierarquia de regras. Se isso é possível, então num adolescente educado e que muito à custa disso não diz palavrões, então muito mais ainda.
 Qual o objectivo de não encontrar um parceiro do sexo oposto?
 Complicam tudo o que quer só para lhe ver doente e o resto que se venha a dizer cara-a-cara só piora as circunstâncias para si. É esse o rótulo. É como o complexo mundo das emoções.
 São tantas as possibilidades de “ficar mal na foto”, que é melhor parar por aqui. Fica de parte a luxúria.

Um médico mais maluco que os próprios malucos?

  Em primeiro lugar seria errado culpar só os profissionais de saúde. Pretendo demonstrar que a culpa pode vir dos 2 lados.

  Se algo está mal é melhor começar pelas linhas evolutivas e depois debruça-se em alguns problemas do dia-a-dia.
 Tudo evolui na perfeição quando o foco é em busca da qualidade e nunca da “normalidade”. Qualidade essa focada no que é benéfico, na qualidade de vida, motivador, que se deve rentabilizar as qualidades das pessoas em vez de as desperdiçar, na economia e que apesar de tudo isso há uma lógica causa-efeito de tudo. Cada um desses parâmetros de qualidade tanto envolvem o paciente como as pessoas à volta dele.
 Em vez do dito “normal” defendo outros conceitos como o apropriado ou o adequado. Porquê? O cérebro também faz parte da estratégia de sobrevivência dos seres vivos e que consoante a ocasião de cada um é difícil definir concretamente o certo e o errado. Se falamos em estratégia de sobrevivência, então um comportamento não habitual ou não frequente pode também ser sinal de um super-indivíduo. A reprodução sexual responsável para que os nossos cérebros foram desenhados é uma estratégia de sobrevivência onde se aplica a lógica da competição. Noção de estratégia que pode ser corrigida com a ajuda dos computadores que são uma excelente “bicicleta”. Cérebro humano que perante a sua complexidade pode ter erros evolutivos. Tal como o desporto físico, o desporto intelectual dá vício. Cérebro humano que precisa de um ambiente favorável.

 Vamos supor que um psiquiatra vai fazer um trabalho de investigação. O objetivo é resolver problemas de stress. Estar stressado é uma emoção. Para poder estudar o problema resolve colocar vários ratos a um ambiente de stress como se de um jogo se tratasse. Os ratos que neste caso podem ser chamados de agentes segundo a informática ficam todos stressados. De seguida administra uma droga que resulta. De seguida administra a um humano. Até aqui tudo bem (o rato é um mamífero, etc.) não fosse o humano continuar exposto ao mesmo factor ambiental ou a vários. Factores ambientais que não passam de factos como muitos dos que compõem a enorme complexidade do mundo que nos rodeia. O rato até pode ter razão de queixa e ser saudável antes de ser submetido a tal experiência. Pensando como surgiu essa ciência é normal em medicina preocuparem-se com factores ambientais. Um exemplo é o caso do cardiologista que defende uma cidade mais limpa. Por essa via acredito num bom caminho como é o caso da eficácia do método de trabalho, caso se queira desenvolver uma base de dados seja para quem for. São por bons caminhos que nos leva o papa Francisco ao chamar à atenção que vivemos num mundo doente, enquanto factor ambiental. O problema bem pode estar mais relacionado com maneiras de interpretar o dinheiro do que com outra coisa qualquer. Façam o vosso trabalho.

 Acham bem uma mãe levar constantemente uma criança para lugares cheios de pessoas com doenças mentais. O cérebro não é como o de um adulto devidamente formado e educado como é o caso de médicos e enfermeiros. Não são eles que absorvem tanto as coisas do mundo à volta deles, mas são os próprios que às vezes se riem dos malucos. Se se riem tanto dos malucos, então o que seria de admirar num adolescente? O resultado é não perceberem-no e medicá-lo à força toda. Que lugares podem ser esses para não alargar muito a lista? Bruxas. Qual o disfarce? Mulheres que benzem e a religião falsa.

 Só o facto de o bruxo estar a alimentar uma paranóia impede a cura.

Quem diz mãe, também pode incluir um conjunto de pessoas à volta que destroem a liberdade, condicionam a vida e deixam uma pessoa numa situação muito precária.

Admitir que bruxas são coisas doentias é dar valor e defender o método de trabalho dos médicos especialistas na matéria, que segundo a mecânica existente e fundamento fazem dele um método eficaz e é quando a maneira de agir é eficaz que tem lógica.
 A coisa passa dos limites, quando acham que o facto de  um indivíduo excecional que busca uma educação formidável pode ser desprezado e desvalorizado (mas isso não acontece com os melhores médicos da área), como se isso contribuísse para o bem-estar seja de quem for. Se a confusão não é deles, é a confusão que criam na família da pessoa, tudo por culpa dos maus profissionais. Isto porque lidam com indivíduos muitas vezes desmotivados e sem vontade de fazer seja o que for (Ora veja obsolescência programada ou pior ainda na capacidade de auto-destruição que leva a humanidade).
 Um dia destes lá tive de fazer uma base de dados para um fulano tal, mas as coisas são de uma tal maneira que só visto.
 Basta um mal entendido para nunca mais seres perdoado e nem adianta explicar o porquê. A partir daí há um todo desenrolar de acontecimentos que em nada têm haver com o começo e que nunca mais acabam. Leis do karma que são postas em causa quando o indivíduo demonstrou vontade de mudança entre outras tantas coisas. Leis do karma que são estudadas pelos neurologistas. Um mal entendido que pudeste dizer, mas nunca e nunca mais desmentir, como se na altura te tivesse visto com muito mais sanidade para o dizer do que com o tratamento. Como nos podemos fiar no que diz um doido? Se por um lado têm dessas, por outro deviam ver implicadores e implicados como por exemplo o que é aturar certos idosos e paga quem os atura. É preciso saber que vivemos num mundo de pessoas tóxicas a quem é difícil dizer o que faz falta lhes dizer cara-a-cara enquanto pessoas humanas. Têm sabedoria, mas são muitas vezes os maiores convencidos de “merda”.
 Outro problema de um mal entendido é que até podia ser algo que nem a própria pessoa sabe explicar bem o que é ao certo e chutou com base num conjunto de pressupostos com que lhe levaram a crer (por isso é melhor conhecer antes). Desse ponto de vista mais vale não fazer certo tipo de perguntas, pelo menos segundo as condições com que as fazem. E se por algum motivo não concorda com a opinião do médico a seu respeito, que não tem de se relacionar com outros pacientes?
 Pior ainda.
 Do ponto de vista racional dos factos quais serão as piores consequências qualquer dia para ambos os lados (médico e paciente)?
 Um autêntico problema de saúde pública, que levanta cada vez mais dúvidas acerca do trabalho dos profissionais de saúde. As pessoas precisam de saúde para trabalhar e há comprimidos a criar outros tantos problemas de saúde, que em nada têm haver com o inicialmente diagnosticado, mas que não podem ser abandonados de qualquer maneira (lembre-se do nível gerido da maturidade de processos de negócio). É preciso perceber que o sistema é motivado por crenças, que são os próprios profissionais a admitir que não são lá muito geniais (algo para ser genial, tem de ser muito bem feito), o que conduz a problemas de raciocínio e racionalidade vem de raciocínio. Se o problema é falta de racionalidade para com as pessoas, então o que realmente se justifica com o covid 19 a provocar menos internamentos durante o pico da pandemia? Então o que os motiva?
 Um QI alto deveria ser a melhor maneira da pessoa poder escolher o emprego que quiser. Não se justifica desperdiçar recursos desta maneira. Quando os próprios estão convencidos de que a memória do paciente já não é o que era com o que fizeram, são os próprios que estão mais que conscientes de que andaram a destruir recursos humanos e a incapacitar pessoas, o que é um crime. Crime esse que deveria levar à pena de morte, porque se os crimes de ódio não lhes afectam, então a justiça devia-lhes afectar. O surrealismo (que é uma ratoeira) é a maior prova de desonestidade que existe, mas eles aprenderam a usar a generosidade e a honestidade selectivas como leis do poder para enganar. A honestidade é algo muito importante para o bom nome de qualquer profissão.

 Uma base de dados o mais bem feita possível é a melhor forma de ver como funcionam as suas noções de bem e de mal na prática.

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